E foi aí que me vi, de joelhos.
Chorava copiosamente, naquela calçada,
na esquina da Segunda avenida com a Rua 46.
Uma voz, suave e desconhecida, aparentemente preocupada, pergunta:
-Por que choras assim, homem?
Entre vários soluços, respondo:
-Choro pelo fim. O meu fim. O seu fim. -Nessa hora, as lágrimas parecem cair ainda mais.- O fim da Rosa. O Rei Rubro, enfim, conseguiu o que queria.
(Inspirado no romance A torre Negra,
de Stephen King)
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